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O que são?
| Pesquisas
 
 
24-04-2009

  Pesquisa Social

      Pesquisa 200 Anos da PM

     



SUMÁRIO EXECUTIVO

*    Nota Técnica: a Pesquisa PR 008/09-GLO foi realizada em todo o Estado do Rio de Janeiro entre os dias 17 e 22.04.2009, mediante entrevistas telefônicas para números fixos e celulares, cujos respondentes foram distribuidos proporcionalmente ?s vari?veis sexo, idade e local de resid?ncia da população do Estado. Foram entrevistadas 1.007 pessoas, em 38 municipios do Estado e, na Capital, foram entrevistados moradores de 108 bairros (cf. Perfil da Amostra). A margem de erro visada ? de 3,0% (tr?s por cento).

*    GRAU DE CONFIAN?A NA PM: O resultado mostra um empate: 33% responderam que n?o confiam ou n?o confiam nada na pol?cia militar contra 34% que confiam ou confiam muito. 32% n?o confiam nem desconfiam e 1% n?o respondeu.  O grau de confian?a ? menor na capital (30%) e maior no Interior (40%) (Tabela 34). A desconfian?a ? maior nas zonas centro (58%) e norte (53%) (Tabela 35). Os moradores de favelas s?o os que menos confiam na PM (37% n?o confiam) (Tabela 36). Consideradas apenas as favelas da Capital, o grau de desconfian?a vai a 52%.

*    REA??O DIANTE DE UMA BARREIRA POLICIAL (BLITZ): 49% responderam que teriam uma primeira rea??o de sentir medo ou muito medo se encontrassem uma barreira policial (blitz) da PM na rua. Outros 19% responderam que sentiriam seguran?a ou muita seguran?a. 29% responderam que sentiriam calma/tranq?ilidade. 2% n?o souberam responder (Tabela 2). O medo ? maior na Capital (52% dos cariocas t?m medo das blitzes) (Tabela 37). O medo ? maior entre os moradores do centro (67%) e da zona norte (54%) (Tabela 38). O medo ? maior entre os n?o-moradores de favelas (50%) que entre os moradores de favelas (46%) (Tabela 39). Como a margem de erro ? de 3%, o resultado aponta para um empate t?cnico.
   
    RAZ?ES DO MEDO: Dos que sentiriam medo ou muito medo, 49% responderam temer uma falsa blitz, 20% responderam temer o despreparo dos policiais, 14% responderam temer a corrup??o policial, 10% temem a viol?ncia policial e 2% responderam temer o preconceito policial. 4% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 3).

*    EXPERI?NCIA DIRETA DAS OPERA??ES POLICIAIS: 57% responderam que jamais foram parados por PMs em alguma opera??o policial. 43% responderam que sim (Tabela 4). Na vari?vel idade os estratos que mais foram parados por PMs s?o os 35-44 anos (24%) (Tabela 40). Na vari?vel renda, os que ganham mais de 10 sal?rios m?nimos foram os que mais declararam ter sido abordados em blitzes, o que se relaciona diretamente ? propriedade de ve?culos automotores (carro ou moto) (Tabela 41). 25% dos moradores de favela j? foram parados em blitzes (Tabela 42).

    AVALIA??O DA ABORDAGEM DOS PMS: Dos que j? foram abordados, 51% responderam que a abordagem foi correta/profissional, 26% responderam que foi rude/desrespeitosa e 23% responderam que foi cort?s/educada (Tabela 5).

*    REA??O DIANTE DE UMA OPERA??O DA PM EM TRANSPORTE COLETIVO: Colocados diante da hip?tese de serem surpreendidos pela entrada de PMS no seu transporte coletivo, 38% responderam que teriam a primeira rea??o de sentir medo ou muito medo contra 27% que teriam a primeira rea??o de sentir seguran?a ou muita seguran?a. Outros 33% teriam como primeira rea??o a de sentir calma/tranq?ilidade e  2% n?o souberam responder (Tabela 6). Na vari?vel idade, s?o os 35-44 anos que sentem mais medo (47%) (Tabela 43). Na vari?vel renda, os que ganham de 1 a 2 sal?rios m?nimos s?o os que t?m mais medo (44%) (Tabela 44). Considerada a vari?vel favela x n?o-favela, o medo ? igualmente distribu?do (38% entre n?o-favela e 38% entre moradores de favelas) (Tabela 45).

    RAZ?ES DO MEDO: Dos que responderam sentir medo ou muito medo, 37% responderam temer tiroteios, 35% responderam temer o despreparo dos policiais, 17% responderam temer a arbitrariedade/viol?ncia policial, 6% responderam temer a corrup??o policial e 3% responderam temer o preconceito dos policiais. 3% n?o responderam ou n?o quiseram responder (Tabela 7).

*    EXPERI?NCIA DIRETA DE UMA OPERA??O POLICIAL EM TRANSPORTE COLETIVO: 81% responderam que n?o foram abordados em transportes coletivos e 19% responderam que sim (Tabela 8).

    AVALIA??O DA ABORDAGEM: Dos que foram abordados, 59% responderam que a abordagem foi correta/profissional, 25% responderam que a abordagem foi cotes/educada e 16% responderam que a abordagem foi rude/desrespeitosa. 1% n?o respondeu (Tabela 9).

*    REA??O DIANTE DA HIP?TESE DE SUGEST?O DE PAGAMENTO DE PROPINA: Colocados diante da situa??o hipot?tica de, em face de uma irregularidade, houvesse uma sugest?o por um PM do pagamento de propina, 78% responderam que sua primeira rea??o seria a de rejeitar a oferta contra 14% que responderam que a primeira rea??o seria de aceitar a oferta. 9% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 10). A aceita??o da sugest?o varia inversamente de acordo com a idade: os mais jovens (16-17 anos) s?o os que mais aceitariam a oferta (25%) (Tabela 46). No quesito renda, n?o h? padr?o segmentado (Tabela 47). Na vari?vel escolaridade fica claro que, quanto maior a escolariza??o, menor a disposi??o de aceitar a oferta de propina: 21% dos analfabetos aceitariam contra 12% dos que t?m curso superior ou p?s-gradua??o. (Tabela 48).

*    EXPERI?NCIA DIRETA DA SUGEST?O DE PAGAMENTO DE PROPINA: 87% responderam que n?o receberam nenhum pedido de propina ou foram for?ados a oferecer propina a algum PM para se livrar de alguma situa??o irregular contra 13% responderam que  j? receberam esse tipo de pedido ou foram for?ados a oferecer propina (Tabela 11). Na vari?vel renda, quanto maior a renda maior a experi?ncia direta do pedido de propina: 6% dos que ganham at? 1 sal?rio m?nimo receberam pedido de propina contra 33% dos que ganham mais de 10 sal?rios m?nimos (Tabela 49), padr?o que ? refor?ado pela vari?vel escolaridade: s? 7% dos analfabetos receberam pedido de propina contra 22% dos que t?m n?vel superior (Tabela 50). Na vari?vel regi?o, a Capital aparece como local de maior incid?ncia desse tipo de delito: 15% dos moradores da Capital contra 10% da Regi?o Metropolitana e 12% do Interior (Tabela 51). No quesito zona da capital, a regi?o centro aparece como a de maior incid?ncia: 19% dos moradores dessa zona j? receberam pedidos de propina contra 12% da zona oeste. (Tabela 52).

    CONSUMA??O DO PAGAMENTO DE PROPINA: Dos que receberam pedido de propina, 55% n?o conseguiram evitar o pagamento e 45% conseguiram evitar. Considerando o total da popula??o, 7% admitiram j? ter pago propina a PMs (Tabela 12).

*    REA??O DIANTE DA CHEGADA DA PM EM LOCAL P?BLICO PARA COMBATE A UM CRIME EM CURSO: Colocados diante da situa??o hipot?tica de se encontrarem em algum local p?blico (rua/pra?a/shopping Center/esta??o rodovi?ria, ferrovi?ria) onde um crime estivesse ocorrendo e ouvissem que a PM havia chegado, 37% responderam ter a primeira rea??o de sentir medo ou muito medo contra 29% que teriam como primeira rea??o a de sentir seguran?a ou muita seguran?a. Outros 32% teriam a primeira rea??o de sentir calma/tranq?ilidade . 2% n?o souberam ou na quiseram responder (Tabela 13).

*    EXPERI?NCIA DIRETA DE OPERA??O POLICIAL EM SEU LOCAL DE MORADIA: 72% responderam que n?o testemunharam nenhuma opera??o da PM em seu local de moradia contra 28% responderam que sim (Tabela 14). No quesito zona, os moradores do centro s?o os que mais testemunharam opera??es policiais (38%) contra apenas 25% da zona sul (Tabela 53). Os moradores da capital foram os que mais viram opera??es policiais (33%) (Tabela 54). Os moradores de favelas, por seu lado, j? testemunharam em 41% opera??es policiais em seus locais de moradia (Tabela 55). Entre os moradores de favelas da capital, 51% declararam j? terem presenciado opera??es policiais em seus locais de moradia.

    ATUA??O DA PM EM OPERA??ES POLICIAIS: Dos que responderam que sim,
?    61% responderam que a PM procurou proteger os civis e 32% responderam que a PM n?o procurou proteger os civis. 7% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 15).
?    64% responderam que a PM combateu os bandidos com efici?ncia, 26% responderam que a PM  n?o combateu os bandidos com efici?ncia e 10% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 16).
?    Perguntados se a PM prestou socorro efetivo aos feridos, 30% responderam que sim, que a PM prestou socorro efetivo e 19% responderam que n?o, que a PM n?o prestou socorro efetivo aos feridos. 43% responderam n?o ter havido feridos para que a PM prestasse socorro efetivo, 8% n?o souberam responder (Tabela 17).

*    UTILIZA?AO DO SERVI?O 190: 76% responderam nunca ter utilizado o n?mero 190 para comunicar alguma ocorr?ncia contra 24% responderam que j? haviam utilizado o servi?o (Tabela 18).

    FREQU?NCIA DE UTILIZA??O DO SERVI?O 190: Dos que responderam que sim, 49% responderam ter utilizado s? uma vez, 42% de duas a cinco vezes, 4% de seis a dez vezes e 4% mais de dez vezes (Tabela 19).

    GRAU E TEMPO DE ATENDIMENTO DO SERVI?O 190: Ainda dos que responderam ter utilizado o 190, considerando a maioria das vezes, 62% responderam que em nenhuma vez foram atendidos em menos de 1 minuto. 23% responderam terem sido atendidos em menos de um minuto s? uma vez, 8% de duas a cinco vezes e 1% mais de dez vezes. 7% n?o souberam responder (Tabela 20).
   
    GRAU DE RESPOSTA DO SERVI?O 190 (TEMPO PARA RESPOSTA POLICIAL ? OCORR?NCIA RELATADA): 28% responderam n?o terem sido atendidos nenhuma vez em menos de 15 minutos, 36% responderam terem sido atendidos em menos de cinco minutos s? uma vez, 17% de duas a cinco vezes e 2% mais de dez vezes. 18% n?o souberam responder (Tabela 21).

*    AVALIA??O DA PERCEP??O DO GRAU DE SUFICI?NCIA DO POLICIAMENTO OSTENSIVO NO LOCAL DE MORADIA: 9% responderam que o policiamento ostensivo no bairro onde moram ? muito grande ou grande. Para 29% dos entrevistados, o policiamento ? suficiente. Para 48% o policiamento ostensivo nos seus bairros ? pequeno ou muito pequeno. Para outros 14% o policiamento ? nenhum.  Podemos considerar que para 38% o policiamento ? suficiente ou mais que suficiente (soma dos percentuais dos conceitos ?muito grande?, ?grande?e ?suficiente?) enquanto para 62% dos entrevistados o policiamento ? insuficiente (soma dos conceitos ?pequeno?, ?muito pequeno?e ?nenhum?). 1% n?o soube responder (Tabela 22). No quesito regi?o, a percep??o de insufici?ncia do policiamento ? geral: 59% na Capital, 57% no Interior e 56% na Regi?o Metropolitana (Tabela 56). Nas favelas a percep??o de insufici?ncia ? maior: 63% (Tabela 57). Os moradores do centro s?o as que mais se queixam do policiamento (67% o consideram insuficiente) contra 58% dos moradores da zona sul, 59% dos moradores da zona oeste e 61% dos moradores da zona norte (Tabela 58).


*    PERCEP??O DO N?VEL DE SEGURAN?A DO SEU LOCAL DE MORADIA: 58% dos entrevistados responderam que consideram o bairro onde moram seguro ou muito seguro contra 42% que responderam que consideram seus bairros de moradia inseguros ou muito inseguros (Tabela 23). Na capital 53% consideram seus bairros seguros contra 47% que consideram inseguros. Na Regi?o Metropolitana, a percep??o de seguran?a (bairros ?seguros? ou ?muito seguros? ? de 58% contra 41% de bairros inseguros). No Interior, o percentual sobe para 67% de percep??o de seguran?a contra 32% de inseguran?a. A percep??o de inseguran?a ? maior no centro da cidade (58% consideram inseguro ou muito inseguro) e menor na zona oeste (37%) (Tabela 59). 49% dos moradores de favelas consideram seus locais de moradia inseguros ou muito inseguros, com concentra??o em ?muito inseguro? (10%), ?ndice equivalente ao dos moradores do centro da cidade (Tabela 60).

 *    AVALIA??O DA EFETIVIDADE DA PM NA DIMINUI??O DAS OCORR?NCIAS CRIMINAIS NOS LOCAIS DE MORADIA: 13% responderam que a PM tem conseguido reduzir muito as ocorr?ncias criminais em seu bairro, 46% responderam que tem conseguido reduzir um pouco e 28% responderam que a PM n?o tem conseguido reduzir a criminalidade no seu local de moradia. 13% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 24).

*    AVALIA??O DO GRAU DE APARELHAMENTO DA PM PARA O CUMPRIMENTO DE SUAS TAREFAS: 59% acham que a PM n?o tem os meios e recursos (armas, viaturas, sistemas de intelig?ncia) necess?rios para combater o crime contra 36% acham que ela disp?e dos meios necess?rios. 4% n?o souberam, ou n?o quiseram responder (Tabela 25).

    RAZ?ES PARA O N?O-CUMPRIMENTO DAS TAREFAS DA PM: Aos que responderam que a PM n?o disp?e dos meios necess?rios, foi indagado que falta para que a PM possa cumprir suas tarefas. Desses, 28% responderam que o que falta para a PM poder cumprir seu papel de combater o crime ? mais treinamento/preparo, 24% mais armamento/equipamento, 20% mais compromisso/vontade pol?tica das autoridades, 17% melhores sal?rios, 8% mais policiais/efetivo. 2% responderam que falta tudo e 1% n?o soube responder (Tabela 26).

*    AVALIA??O DA PERCEP??O DO CRESCIMENTO DOS ?NDICES DE CRIMINALIDADE: 48% responderam que a criminalidade, em rela??o a seis meses atr?s, est? maior ou muito maior. Outros 36% responderam que est? igual e 14% respondera que est? menor ou muito menor. 2% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 27).

*    AVALIA??O DO GRAU DE EFETIVIDADE DA POL?TICA DE SEGURAN?A P?BLICA: para 36% dos entrevistados a a??o do governo estadual na combate ? criminalidade est?, em rela??o ? situa??o de seis meses atr?s, muito mais efetiva ou mais efetiva. Para 48% est? igual e para 12% est? menos efetiva ou muito menos efetiva. 3% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 28). O resultado desta pergunta parece estar em contradi??o com o resultado anterior, mas, ao que tudo indica, aponta para uma percep??o de que, apesar dos esfor?os do governo estadual, a criminalidade segue aumentando. Na vari?vel zona da cidade, s?o os moradores das zonas norte (44%) e sul (42%) que consideram em maior percentual a pol?tica de seguran?a ?mais efetiva? ou ?muito mais efetiva? (Tabela 61). A percep??o de maior efetividade da pol?tica de seguran?a ? maior entre os homens (44%) que entre as mulheres (30%) (Tabela 62); menor entre os 35-44 anos (38%) e maior entre os 16-17 anos (50%) (Tabela 63); maior entre os menos escolarizados (43% a consideram ?mais efetiva? ou ?muito mais efetiva?) e menor entre os que t?m curso superior (36%) (Tabela 64); maior entre os de renda m?dia (5 a 10 sal?rios) (43%) e menor entre de renda mais alta (mais de 10 sal?rios) (31%). Os moradores de favelas t?m uma percep??o de efetividade de 41% contra 36% dos n?o moradores de favelas (Tabela 67).

*    AVALIA??O DE TEMAS ORIENTADORES DA POL?TICA DE SEGURAN?A P?BLICA: Foram lidas algumas frases contendo afirmativas que constituem (ou podem constituir) orienta??es gerais de pol?tica de seguran?a p?blica e foi solicitado que os entrevistados concordassem ou discordassem delas e em que medida. S?o elas as seguintes:
?    POL?TICA DO CONFRONTO: 62% concordam totalmente ou concordam que os bandidos est?o muito bem armados e por isso a ?nica maneira de combat?-los ? com armas mais potentes que as deles. 6% n?o concordam nem discordam e 30% discordam ou discordam frontalmente. 2%  n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 29). O apoio a esta frase ? uniforme em todas as zonas da capital (Tabela 68), entre os sexos (Tabela 69), entre as faixas et?rias (Tabela 70), menor entre os menos escolarizados (73%) que entre os mais escolarizados (78% entre os que t?m curso superior) (Tabela 71), maior entre os estratos m?dios de renda (2 a 5, 82% e 5 a 10 sal?rios, 81%) e menor entre os estratos de renda mais alta (61%) (Tabela 72) e uniforme entre as religi?es (Tabela 73) entre moradores de favelas e n?o-favelas (Tabela 74).

?    RESPONSABILIDADE DO USU?RIO DE DROGAS NA ?GUERRA CONTRA AS DROGAS?: 78% concordam totalmente ou concordam que a culpa pelas mortes causadas na ?guerra das drogas? ? do consumidor, que financia o tr?fico, 7% n?o concordam nem discordam e 13% discordam ou discordam totalmente.  3% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 30). A concord?ncia ? uniforme entre as zonas da cidade (Tabela 75), entre os sexos (Tabela 76), menor entre os muito jovens (16-17 anos, 59%) e maior entre os mais idosos (69%) (Tabela 76), menor entre os menos escolarizados (analfabetos, 43%) (Tabela 77), maior entre os estratos m?dios de renda (2 a 5 sal?rios, 79%; 5 a 10 sal?rios, 80%) e menor entre os estratos de menor renda (at? 1 sal?rio, 72%) e os de maior renda (mais de 10 sal?rios, 70%) (Tabela 78); o apoio ? uniforme entre as religi?es (Tabela 79), com parcial exce??o dos adeptos do candombl? (apoio de 66%) e entre moradores de favela (76% concordam) e n?o-favela (75%) (Tabela 81).

?    CRIMINALIZA??O DO CONSUMIDOR: 75% concordam totalmente ou concordam que o consumidor de drogas il?citas comete um crime t?o grave quanto o traficante, 5% n?o concordam nem discordam e 16% discordam ou discordam totalmente.  3% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 31).

?    LEI E ORDEM NO COMBATE ? CRIMINALIDADE: 40% concordam totalmente ou concordam que para combater o crime e manter a ordem, ? muitas vezes necess?rio passar por cima das leis, 6% n?o concordam nem discordam e 51% discordam ou discordam totalmente. 3% n?o souberam ou n?o quiseram responder (Tabela 32). A discord?ncia ? uniforme atrav?s dos sexos (Tabela 82), atrav?s das faixas et?rias (Tabela 83), ? maior entre os mais escolarizados (63% entre os que t?m n?vel superior) e menor entre os menos escolarizados (analfabetos,36%; ensino fundamental de 1? ? 4? s?rie, 43%) (Tabela 84), ? maior entre os estratos de renda mais alta (61% discordam) que entre os estratos de renda mais baixa (44% entre os que ganham at? 1 sal?rio; 51% entre os que ganham de 1 a 2 sal?rios; 53% entre os que ganham de 2 a 5 sal?rios) (Tabela 85), maior entre os praticantes do candombl? (63% discordam) que entre os cat?licos (46%) e protestantes (57%) (Tabela 86) e uniforme entre moradores de favelas e de n?o-favelas (Tabela 87).

?    O PAPEL DOS DIREITOS HUMANOS NO COMBATE ? CRIMINALIDADE: 73% concordam totalmente ou concordam que Direitos Humanos protegem mais o bandido que a v?tima, 6% n?o concordam nem discordam e 18% discordam ou discordam totalmente.  3% n?o souberam ou n?o quiseram responder. O apoio a esta frase ? maior entre os homens (75%) que entre as mulheres (70%) (Tabela 88), menor entre os muito jovens (16-17 anos, 42%) que entre os estratos m?dios de idade (35-44 anos, 77%) (Tabela 89), menor entre os menos escolarizados (analfabetos, 57%) que entre os mais escolarizados (74% entre os que t?m curso superior) (Tabela 90), menor entre os que ganham at? 1 sal?rio (71%) e maior entre os que ganham mais de 10 sal?rios (78%) (Tabela 91), maior entre os praticantes do candombl? (88%) e menor entre os esp?ritas (54%) (Tabela 92) e uniforme entre moradores de favelas (75%) e n?o-favelas (72%).





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